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Familiares e amigos fazem homenagens às vítimas de massacre de Praga
Familiares e amigos prestam homenagens às vítimas de massacre de Praga
Michal Cizek/AFP – 23.12.2023
Com um minuto de silêncio, bandeiras a meio mastro e missas por todo o país, a República Tcheca prestou homenagem neste sábado (23) aos 14 mortos no massacre desta semana em uma universidade de Praga, o pior ataque do gênero que o país sofreu.
Um estudante de 24 anos, fortemente armado, matou 14 pessoas na quinta-feira (21), e depois suicidou-se, na Faculdade de Letras da Universidade Charles, localizada no centro histórico da capital checa. Outras 25 pessoas ficaram feridas.
A população fez um minuto de silêncio ao meio-dia e os sinos tocaram nas igrejas do país.
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“Todos tentamos construir o paraíso na terra, mas a realidade da vida mostra-nos que o mal existe”, disse o arcebispo de Praga, Jan Graubner, durante a missa pelas vítimas na Catedral de São Vito, na capital checa.
O presidente Petr Pavel participou da cerimônia.
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“É difícil encontrar palavras para expressar, por um lado, a condenação e, por outro, a dor e a tristeza que toda a nossa população sente, nestes dias que antecedem o Natal”, declarou o primeiro-ministro Petr Fiala.
Milhares de velas foram acesas num memorial em frente à Faculdade de Letras e na sede da universidade.
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As identidades das vítimas, estudantes e professores, passaram a ser divulgadas por seus familiares e pela universidade.
Entre os falecidos está o especialista em literatura finlandês Jan Dlask. Entre os feridos estão três estrangeiros, um holandês e dois cidadãos dos Emirados Árabes Unidos.
“Isso poderia ter acontecido com qualquer um. Na verdade, poderia ter sido eu”, disse Antonin Volavka, um estudante, enquanto acendia uma vela em memória das vítimas.
O Ministro do Interior, Vit Rakusan, indicou que não há indicações de que este crime tenha qualquer relação com “terrorismo internacional”.
‘Enorme arsenal’
Desde quinta-feira, a polícia deteve quatro pessoas que ameaçaram ataques semelhantes ou que comemoraram o massacre.
O chefe de polícia Martin Vondrasek disse que o agressor tinha um “enorme arsenal de armas e munições”.
A polícia iniciou uma busca pelo estudante antes do tiroteio, já que o corpo de seu pai foi encontrado na cidade de Hostoun, a oeste de Praga.
O estudante também disse a um amigo que estava pensando em suicídio em Praga.
A polícia então revistou o prédio da faculdade onde o agressor deveria ter aulas. Mas finalmente ele foi para outra área da universidade.
Segundo mensagens que publicou nas redes sociais, ele teria se inspirado em um ataque semelhante na Rússia, explicou Vondrasek.
Após uma busca na sua casa, a polícia estabeleceu uma ligação com as mortes ainda não resolvidas de um homem e da sua filha de dois meses numa floresta perto de Praga, no dia 15 de dezembro.
“Uma análise balística mostrou que a arma usada na floresta era idêntica à encontrada na casa do atirador na universidade”, disse a polícia em X.
Depois da tragédia, houve uma avalanche de mensagens de condolências, do Papa Francisco aos presidentes dos Estados Unidos, França, Espanha e Ucrânia. O rei Carlos III da Inglaterra também expressou suas condolências pelo ato.
Luto: familiares e amigos de vítimas de massacre em Praga prestam homenagens neste sábado (23)
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A República Tcheca prestou homenagens neste sábado (23) aos 14 mortos no massacre desta semana em uma universidade de Praga, o pior ataque do gênero que o país sofreuUm estudante de 24 anos, fortemente armado, matou 14 pessoas na quinta-feira e depois se suicidou, na Faculdade de Letras da Universidade Charles, localizada no centro histórico da capital tcheca. Outras 25 pessoas ficaram feridasA população fez um minuto de silêncio ao meio-dia, e os sinos tocaram nas igrejas do país”Todos tentamos construir o paraíso na terra, mas a realidade da vida mostra-nos que o mal existe”, afirmou o arcebispo de Praga, Jan Graubner, durante a missa pelas vítimas na Catedral de São Vito, na capital checa“É difícil encontrar palavras para expressar, por um lado, a condenação e, por outro, a dor e a tristeza que toda a nossa população sente, nestes dias que antecedem o Natal”, declarou o primeiro-ministro Petr FialaMilhares de velas foram acesas num memorial em frente à Faculdade de Letras e na sede da universidade
Rússia barra candidatura de opositora de Putin nas eleições presidenciais de 2024
Rejeição da candidatura da jornalista foi unânime
Arden Arkman / AFP
A Comissão Eleitoral da Rússia vetou neste sábado a candidatura à eleição presidencial da jornalista e ex-vereadora Yekaterina Duntsova, uma ativista da democracia que defende o fim da ofensiva na Ucrânia.
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A comissão alegou “erros na documentação” apresentadas para o registro da candidatura, informou a imprensa russa.
A presidente da comissão, Ella Pamfilova, declarou que o organismo decidiu por unanimidade impedir a candidatura da mulher de 40 anos às eleições de março. A vitória do presidente Vladimir Putin, que está no poder desde 1999, é considerada certa no pleito e ele deve obter um novo mandato de seis anos.
“Você é uma mulher jovem e tem a vida pela frente”, declarou Pamfilova à candidata.
Duntsova criticou a decisão, que chamou de “triste”.
No Telegram, ela anunciou a intenção de apresentar um recurso de apelação à Suprema Corte da Rússia.
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“Não acabou”, disse.
Na prática, no entanto, o processo tem pouca possibilidade de prosperar, pois qualquer candidatura que represente uma oposição direta à política do Kremlin não tem chance de receber autorização.
Duntsova também pediu aos dirigentes do pequeno partido liberal Yabloko que apoiem sua candidatura.
“Não podemos ficar de braços cruzado. Esta é a última oportunidade legal para que os cidadãos expressem sua divergência com a política das atuais autoridades”, afirmou no Telegram. “Os russos precisam escolher”.
“Milhares de vidas dependem de sua decisão”, destacou.
Pamfilova informou que 29 pessoas apresentaram documentação para registrar candidaturas à presidência, que tem a votação marcada para março de 2024.
Na Rússia, a oposição é quase inexistente, após anos de repressão, uma política que ficou ainda mais intensa desde o início da ofensiva na Ucrânia, em fevereiro de 2022.




























