Chilenos rejeitam nova Constituição, que protegeria ‘a vida de quem está para nascer’


Com o resultado do plebiscito deste domingo, 17, a Carta Magna implementada durante a ditadura de Augusto Pinochet seguirá em vigor…

Tempestades pelo mundo causam mortes e transtornos

Enquanto o Brasil lida com uma onda de calor intensa, outros países registraram tempestades e até mesmo um tornado. Em Buenos Aires, capital da Argentina, a tempestade derrubou árvores e deixou 50 mil pessoas sem luz. Nos Estados Unidos, o estado da Flórida viu ondas chegarem a 10 metros de altura, e mais de 50 milhões de pessoas estão sob alerta de inundações; enquanto isso, no Tennessee, um tornado levou um bebê de quatro meses que sobreviveu por pouco.

Chilenos voltam a rejeitar proposta para substituir Constituição de Pinochet

Presidente do Chile, Gabriel Boric, compareceu às urnas em plebiscito

Handout/Chilean Presidency/AFP – 17.12.2023

Em plebiscito realizado neste domingo (17), os chilenos rejeitaram a proposta de Constituição redigida por um conselho dominado pela extrema-direita, mantendo em vigor o texto imposto pela ditadura de Augusto Pinochet.

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Após a apuração dos votos de 99% das mesas, a opção “contra” obteve 55,75% dos votos, segundo o Servel (Serviço Eleitoral). Outros 44,25% dos eleitores votaram a favor da iniciativa.

Pela segunda vez em dois anos, os chilenos rejeitaram nas urnas uma proposta para substituir a atual Constituição, herdada da ditadura (1973-1990) e reformada diversas vezes durante o período democrático.

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Em setembro de 2022, 62% dos chilenos reprovaram um projeto de Constituição elaborado por uma Assembleia Constituinte dominada pela esquerda, que propunha um texto com transformações profundas, apoiado pelo governo de Gabriel Boric.

“Pela segunda vez, foi ratificada a Constituição em vigor no Chile, e é importante sermos coerentes com esta resposta democrática”, disse Javier Macaya, presidente do partido de direita UDI (União Democrata Independente), que promoveu o texto rejeitado nas urnas.

O texto reduzia o peso do Estado, podia limitar alguns direitos, como o aborto terapêutico, e endurecia o tratamento aos migrantes.

“Realizamos hoje uma nova jornada cívica, que, além de qualquer resultado, fortalece a nossa democracia”, disse mais cedo Boric, após votar em sua cidade natal, Punta Arenas (3.000 km ao sul de Santiago).

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