Quatro terroristas do Hamas foram presos na Europa, sob a acusação de estarem planejando ataques contra instituições judaicas. Três foram detidos em Berlim, na Alemanha e o outro em Roterdã, na Holanda.
Venezuela e Guiana se mostram dispostos a encontrar solução pacífica para Essequibo
Venezuela e Guiana se mostraram dispostos a manter o diálogo com o objetivo de encontrar uma solução pacífica para a disputa pela região de Essequibo. Os presidentes dos dois países se encontraram no Caribe e apertaram as mãos ao final do encontro.
Deputado da Ucrânia entra em reunião e detona três granadas dentro de sala fechada; veja o vídeo
O homem vestido de preto segura duas granadas nas mãos
Reprodução/Reuters
Um deputado ucraniano entrou numa reunião de conselho que acontecia nesta sexta-feira (15) num prédio do governo no vilarejo de Keretsky, na cidade de Zakarpattia, e jogou no chão três granadas, que explodiram na sequência.
No momento do ataque havia 26 participantes, dos quais seis ficaram gravemente feridos. Uma pessoa morreu, segundo a polícia, que ainda investiga o caso. Não há até o momento informações do estado de saúde do deputado.
Um vídeo divulgado pela polícia mostra o homem identificado como Serhii Batryn, de 53 anos, entrando na sala, tirando as granadas do bolso, destravando-as e jogando-as no chão. É possível ver o pânico que se instalou na sala. A polícia considera o ataque um ato de terrorismo.
Assista ao momento em que acontecem as explosões:
Segundo a imprensa local, num vídeo feito anteriormente — não se sabe exatamente quando — Batryn reclama com outros políticos de um pagamento ligado a serviços prestados durante a guerra contra a Rússia.
A mídia ucraniana também conta que, antes de jogar as granadas, o deputado havia discutido com seus colegas que estavam na sala sobre o tal pagamento. Como não teria conseguido convencê-los a se juntar a sua causa, saiu do local e voltou com os dispositivos.
Britânico desaparecido havia seis anos, suspeito de ter sido raptado pela mãe e o avô, será repatriado
Alex Batty ficou desaparecido por seis anos
Reuters/Foto fornecida por terceiros – 14.12.2023
O jovem britânico de 17 anos encontrado na França seis anos depois do seu desaparecimento, na Espanha, vai voltar para a Inglaterra nos próximos dias, para a casa da avó, que tem a custódia dele.
Alex Batty, natural da cidade inglesa de Oldham (norte), foi resgatado por um entregador em uma área montanhosa no sul da França. As polícias francesa e britânica confirmaram sua identidade.
A polícia suspeita que a mãe e o avô o raptaram em 2017, quando tinha 11 anos, a pretexto de umas férias na Espanha, e depois viveram em comunas de estilo de vida alternativo nesse país e nos Pireneus franceses.
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“A nossa prioridade é trazê-lo de volta ao Reino Unido […]. Espero que isso aconteça nos próximos dias”, declarou o vice-comissário Chris Sykes, da Polícia de Manchester, numa conferência de imprensa.
A avó, separada do avô e que, segundo a mídia britânica, tinha a guarda da criança, ficou feliz pelo desfecho da história.
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“Esperamos que a avó venha procurá-lo e inicie a repatriação com os britânicos”, disse à AFP o promotor de Toulouse, Samuel Vuelta-Simon, confirmando que ele está em “um lugar seguro” e com “serviços sociais”.
Alguns meios de comunicação britânicos sugeriram que a avó pode estar fraca demais para viajar.
‘Incrível’
Alex Batty foi visto pela última vez na Espanha em 8 de outubro de 2017, dia em que ele, sua mãe e seu avô deveriam voltar para casa das férias com a família.
A avó do jovem, Susan Caruana, disse acreditar que a mãe e o avô o levaram para viver numa comunidade espiritual, com um estilo de vida alternativo, sem uma educação tradicional.
“Eles não queriam que ele fosse para a escola. Eles não acreditam na escola convencional”, disse Caruana ao jornal The Times. “Falei com ele nesta tarde, e sem dúvida é ele. Falei com uma criança quando estava conosco, e agora falei com um homem.”
“É incrível quando você não sabe se alguém está vivo ou morto”, acrescentou.
De momento, não se sabe o paradeiro da mãe e do avô, que, segundo a imprensa britânica, estão sendo procurados sob suspeita de ligação com o desaparecimento.
‘A mãe o sequestrou’
De acordo com o jornal regional francês La Dépêche du Midi, um estudante e motorista de entregas chamado Fabien Accidini encontrou Batty depois de o jovem ficar vagando numa zona montanhosa durante cerca de quatro dias.
Accidini, que entrega medicamentos nas farmácias da região, disse que chovia muito quando foi buscá-lo de carro e que ele lhe contou sua história.
“Ele disse que sua mãe o sequestrou quando ele tinha cerca de 12 anos […]. Desde então, ele morava na Espanha, em uma casa luxuosa, com cerca de dez pessoas. “Teria chegado à França por volta de 2021”, explicou o estudante.
Batty morava com a mãe em uma “comunidade espiritual” na França e “não tinha animosidade por ela, mas queria voltar para a avó”, acrescentou.
La Dépêche du Midi disse que o menino morou na França com a mãe e o avô em uma “comunidade nômade”, entre os departamentos de Aude e Ariège, no sul da França.
A polícia reconheceu que alguns aspectos do caso permanecem obscuros.
“Ainda temos trabalho a fazer para estabelecer todas as circunstâncias que rodearam o seu desaparecimento e onde ele esteve todos estes anos”, disse Sykes.
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