Jovem brasileira desaparece nos Estados Unidos

Uma jovem brasileira de 17 anos está desaparecida nos Estados Unidos. Manuela Keller Cohen saiu de casa no dia 20 de novembro no início da tarde e não foi mais vista. Segundo a família, ela saiu para caminhar, mas não voltou. Eles descobriram que ela estava se relacionando com um homem de 21 anos. Ela teria enviado mensagens para a família dizendo que estava a uma hora de casa, mas o caso está sob investigação.

Reunião do terror: Israel divulga foto de comandantes do Hamas em bunker na Faixa de Gaza

Bunkers e túneis são usados por terroristas em Gaza para evitar ataques aéreos
Divulgação/FDI

As FDI (Forças de Defesa de Israel) divulgaram uma foto de comandantes do grupo terrorista Hamas em um bunker na Faixa de Gaza. Na imagem, 11 homens aparecem sentados. Desses, o Exército afirma ter matado cinco.

Os alvos eliminados, acrescentam as FDI, “estavam escondidos em um túnel localizado perto do Hospital Indonésio” e foram mortos em um ataque.

São eles:

• Assam Abu Rakba, chefe da Divisão Aérea;
• Rafat Salman, comandante do Batalhão de Auxílio;
• Ahmerd Al-Ghandoor, comandante da Brigada Norte de Gaza;
• Wael Rajab, vice-comandante da Brigada Norte de Gaza;
• Ibrahim Al-Biari, comandante do Batalhão Central de Jabalia.

O Exército acrescenta que a Brigada Norte é a segunda mais importante da organização terrorista que domina o território palestino e lançou um ataque-surpresa sem precedentes ao solo israelense no dia 7 de outubro — 1.200 pessoas morreram e cerca de 240 foram sequestradas. 

Os militares retomaram as ações na Faixa de Gaza na sexta-feira (1º), após uma semana de trégua, e agora avançam com as ações terrestres no sul do enclave.

A ampla rede subterrânea usada pelos terroristas tem sido desmantelada pelas FDI. Uma reportagem do Wall Street Journal fala sobre os planos de Israel para bombear água do mar Mediterrâneo e inutilizar os túneis.

Referendo foi um fracasso, mas Maduro pode atacar Guiana no começo de abril, diz ex-embaixadora da Venezuela


Em entrevista exclusiva, a ex-embaixadora da Venezuela no Brasil, María Teresa Belandria, explica por que o ditador por agir nos próximo…

Trump afirma que não será ditador caso seja reeleito, ‘exceto no primeiro dia’

Trump tem 58,3% de apoio na disputa pela candidatura republicana
SCOTT OLSON/GETTY IMAGES/VIA AFP – 02.12.2023

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump garantiu, na noite de terça-feira (5), que não será um ditador se for reeleito em 2024, “exceto no primeiro dia”.

Questionado durante uma entrevista à emissora Fox News se poderia prometer aos americanos que não abusará do seu mandato se regressar à Casa Branca, Trump disse que não será um ditador, exceto no “primeiro dia” no poder.

“Quero fechar a fronteira e quero perfurar [em busca de petróleo]”, declarou o republicano.

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Os comentários do ex-presidente surgem em meio a alertas dos principais veículos de comunicação do país — The Washington Post e The New York Times, entre outros — que descrevem como “ditadura”, “guinada” para os EUA e “autoritarismo” o cenário que seria vivido no país caso Trump fosse reeleito nas eleições presidenciais de novembro do próximo ano.

O ex-presidente já lidera a disputa pela indicação republicana para a Presidência, seis semanas antes do início oficial da corrida para a Casa Branca com o caucus (como é chamado o sistema de eleger delegados na fase das eleições primárias) de Iowa.

De acordo com estatísticas elaboradas pelo site demográfico FiveThirtyEight, a média das sondagens nacionais dá a Trump 58,3% de apoio na disputa pela candidatura republicana, seguido pelo governador da Flórida, Ron DeSantis, com 13%.

Em plano de anexação, Venezuela começará a conceder cidadania a habitantes de área da Guiana

Maduro organizou referendo para decidir a criação de estado em área da Guiana
Leonardo Fernandez Viloria/Reuters – 03.12.2023

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ordenou nesta terça-feira (5) o início da concessão da cidadania do país aos habitantes do território que é alvo de disputa com a Guiana.

A região de Essequibo — chamada pela Venezuela de Guiana Essequiba — é rica em petróleo e faz parte da Guiana há mais de 120 anos. Lá, vivem cerca de 125 mil pessoas.

A concessão da cidadania venezuelana é parte do plano de anexação unilateral desse território de quase 160 mil km².

“Anuncio a ativação imediata de um plano de assistência humana e social para toda a população da Guiana Essequiba, a realização de um censo, o início da entrega de carteiras de identidade”, disse o presidente venezuelano durante um evento com ministros, prefeitos, governadores, diplomatas, militares e outras autoridades de alto escalão.

Ele também ordenou a abertura de um escritório do Saime (Serviço de Identificação, Migração e Estrangeiros) na cidade de Tumeremo, perto da área em disputa, “para dirigir todos esses esforços de identidade para os habitantes”, em sua maioria de comunidades indígenas.

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Maduro ordena concessão de licenças para explorar petróleo em área disputada com Guiana

Esses anúncios foram feitos dois dias após o país ter realizado um referendo unilateral no qual os cidadãos apoiaram de forma esmagadora a anexação da área em disputa e a implementação de um plano de assistência para os essequibanos, que não foram consultados.

Área está sob o domínio da Guiana há mais de um século
Martín SILVA/AFP

Maduro também propôs ao Parlamento a criação de uma lei para decretar “áreas de proteção especial na Guiana Essequiba” e a criação de “parques protegidos que serão um centro de turismo”.

Segundo ele, esse território, sobre o qual a Venezuela não exerce controle desde 1899, foi “desmembrado” pela Guiana e, portanto, “merece um plano especial para sua recuperação”, embora ele não tenha dado detalhes.

A disputa por essa área remonta ao século 19, mas desde 2018 ganhou força diante da admissão do caso pela CIJ (Corte Internacional de Justiça), que pediu à Venezuela que não realize ações que alterem a dinâmica atual da área, administrada pela Guiana.

No entanto, Maduro rejeita a mediação da CIJ nessa questão, um argumento que também foi reforçado pelo referendo, no qual os venezuelanos concordaram em não reconhecer a jurisdição do tribunal internacional, que, de qualquer forma, emitirá uma decisão vinculativa para as duas nações nos próximos meses.