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Príncipe Harry vai à Justiça para recuperar proteção policial que tinha no Reino Unido
Harry chega ao Supremo Tribunal da Grã-Bretanha
Daniel Leal/AFP – 28.03.2023
A Suprema Corte de Londres analisa a partir desta terça-feira (5) o procedimento iniciado pelo príncipe Harry para contestar a falha sistemática do Reino Unido acerca de sua segurança quando está no país.
O duque de Sussex, filho mais novo do rei Charles III, e a sua esposa Meghan, perderam esta proteção policial sistemática, paga pelos contribuintes britânicos, depois de decidirem deixar a família real em 2020 e mudarem-se para os Estados Unidos.
O recurso de Harry contra o Ministério do Interior britânico faz referência à decisão das autoridades, em fevereiro de 2020, de conceder proteção policial, caso a caso, ao duque de Sussex.
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Ao apresentar o caso no tribunal, no qual ele esteve ausente, sua advogada, Shaheed Fatima, considerou que uma decisão “caso a caso acarreta incerteza excessiva” para o príncipe e seus dependentes.
A defesa também destacou o impacto que um possível ataque ao seu cliente poderia ter na reputação do Reino Unido, devido a “seu status e a sua posição na família real”.
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Na audiência, o advogado do Ministério do Interior, James Eadie, defendeu a decisão do Ravec (órgão responsável pela segurança dos membros da família real e das figuras públicas mais importantes) de conceder proteção “sob medida”, “em determinadas circunstâncias” e “dependendo do contexto” ao príncipe durante suas viagens ao Reino Unido.
A medida resultou de uma “mudança de estatus que (o duque de Sussex) decidiu fazer ao tornar-se membro não oficial da família real”, acrescentou o advogado.
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O tribunal também rejeitou em maio um pedido do príncipe Harry para custear sua própria proteção policial quando estiver no Reino Unido.
A questão de sua segurança voltou à tona em meados de maio, quando paparazzi seguiram de carro o príncipe e sua esposa em Nova York.
Harry acusa a imprensa e os ‘paparazzi’ de terem provocado o acidente de carro no qual morreu sua mãe, Lady Diana, em 31 de agosto de 1997, em Paris.
Ele também está liderando uma disputa legal no Reino Unido contra a forma como vários tabloides agem e se comportam em relação a ele.
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Israel considera inundar túneis usados por terroristas do Hamas na Faixa de Gaza
Rede de túneis é de uso exclusivo dos terroristas que governam a Faixa de Gaza
Ronen Zvulun/Reuters – 22.11.2023
Israel montou um extenso sistema de bombeamento que extrai água do mar Mediterrâneo e pode ser usado para inundar túneis utilizados pelo grupo terrorista Hamas sob a Faixa de Gaza, na tentativa de expulsar combatentes, informou o Wall Street Journal, citando autoridades dos EUA.
Por volta do meio de novembro, o Exército israelense concluiu a instalação de pelo menos cinco bombas a cerca de 1,5 km ao norte do campo de refugiados de Al-Shati, capazes de mover milhares de metros cúbicos de água por hora e inundar os túneis em semanas, segundo o relatório.
Não estava claro se Israel consideraria usar as bombas antes da libertação de todos os reféns, de acordo com a matéria. O Hamas já afirmou anteriormente que escondeu reféns em “lugares seguros e túneis”.
Questionado sobre a história, um oficial dos EUA disse que faz sentido para Israel tornar os túneis inoperantes e que o país estava explorando uma variedade de maneiras de fazer isso.
O Ministério da Defesa de Israel não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
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O Wall Street Journal disse que um oficial das FDI (Forças de Defesa de Israel) se recusou a comentar o plano de inundação, mas foi citado dizendo: “As FDI estão operando para desmantelar as capacidades terroristas do Hamas de várias maneiras, usando diversas ferramentas militares e tecnológicas”.
Israel informou pela primeira vez os Estados Unidos sobre a opção no mês passado, disse o Wall Street Journal, relatando que autoridades não sabiam quão perto o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu estava de realizar o plano.
Israel ainda não tomou a decisão de prosseguir ou descartar, disseram as autoridades citadas.
Israel perdeu 80 soldados desde o início da guerra, diz Exército
Pessoas participam de funeral de soldado israelense
Tomer Appelbaum/AFP – 03.12.2023
Um total de 80 soldados israelenses foram mortos desde o início da ofensiva lançada dentro da Faixa de Gaza para “aniquilar o Hamas”, disse o escritório de comunicações do Exército israelense à AFP nesta terça-feira (5).
Após três semanas de bombardeamentos diários, o Estado judeu começou uma ofensiva terrestre na Faixa de Gaza em 27 de outubro, em resposta ao ataque-surpresa lançado em 7 de outubro no sul de Israel pelo grupo terrorista palestino Hamas.
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Os terroristas mataram 1.200 pessoas nos seus ataques em vários pontos, a maioria civis, mas também mais de 300 soldados, segundo as autoridades israelenses.
Por sua vez, as operações israelenses na Faixa de Gaza causaram quase 16 mil mortes, a maioria civis, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, governado pelo Hamas.
Terroristas do Hamas drogaram reféns libertados para que parecessem calmos
Reféns soltos na semana passada ficaram cerca de 50 dias em cativeiro
Montagem/Hamas/via Reuters
O grupo terrorista Hamas deu tranquilizantes a alguns dos reféns antes de libertá-los da Faixa de Gaza na semana passada, para fazê-los parecerem mais relaxados e felizes, disse nesta terça-feira (5) uma representante do Ministério da Saúde de Israel.
A denúncia foi feita por Hagar Mizrahi, chefe da divisão médica da pasta de Saúde israelense, durante uma audiência do Comitê de Saúde do Knesset (Parlamento de Israel).
A médica afirmou que membros da organização terrorista administraram clonazepam — um benzodiazepínico conhecido no Brasil pelo nome Rivotril — a alguns reféns antes de entregá-los aos representantes da Cruz Vermelha, que os retiraram da Faixa de Gaza.
Essa droga, acrescentou, teria sido administrada a eles para que parecessem calmos, felizes e otimistas durante sua libertação, depois de terem passado mais de um mês e meio em cativeiro.
Hagar não informou, porém, se o uso de tranquilizantes foi confirmado por exames de sangue realizados nos reféns ou por depoimentos dos libertados.
Essas declarações são dadas poucos dias depois de ter terminado uma trégua de uma semana entre Israel e o Hamas, durante a qual foram libertados 110 reféns levados pelos terroristas palestinos e 240 presos das prisões israelenses.
Ainda há 137 reféns dentro da Faixa de Gaza, embora 15 deles tenham sido confirmados mortos.
Israel declarou guerra ao Hamas em 7 de outubro, na sequência de um ataque do grupo terrorista que incluiu o lançamento de mais de 4.000 foguetes e a infiltração de cerca de 3.000 milicianos, que mataram cerca de 1.200 pessoas e raptaram mais de 240 em comunidades israelenses próximas à Faixa de Gaza.




























